domingo, 27 de novembro de 2011

VOCÊ QUER CONHECER A VERDADE? Leia este texto!

Todas as religiões levam a D’us?
A resposta é simples. Não.
Através da palavra do próprio criador de todas as coisas, podemos provar que a religião verdadeira é aquela que ELE mesmo estipulou.
           
            Em Bereshit (Gênesis) conhecemos a história de Abraão. O homem que foi chamado pelo Eterno para sair da Babilônia e iniciar a religião monoteísta estipulada por D’us. Abraão foi o homem chamado e separado pelo Eterno para fundar a religião monoteísta longe da Babilônia.
            Em sua época a Terra encheu-se de “hamás” (violência). O maligno conseguiu transferir para os homens daquele tempo todo o sentimento de violência e roubo que era dele. Havia uma comunicação ativa do maligno com o ser humano.
             
            Mas, o que é a BABILÔNIA?

            Quando o homem (Adão) peca diante do Eterno, perde o título de ELOHIM da Terra, pois ele era como um ELOHIM no Édem (Gênesis 1 – 26: E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre toda a terra, e sobre todo o réptil que se move sobre a terra”). Com isso há a necessidade de um resgate, e o Eterno dá a promessa de um MASHIACH (Yeshua) que viria e seria o Elohim que Adão não mais poderia ser. Assim, Há Satã elabora um plano, de fazer do homem um elohim na Terra, mas que na verdade, seja ele, o adorado como tal. A sua vontade é que ele mesmo seja o “deus” desta Terra e para isso ele precisa de homens que desejam ser “deuses”, através destes, ele cria uma mitologia; através desta mitologia cria costumes; através destes costumes traz adoração a ele próprio.
            Ao contrário desta proposta satânica, D’us propõe ao homem ser apenas servo. Adoradores do D’us único e servos do Mashiach Yeshua, o único SENHOR verdadeiro desta Terra.
            O inimigo acha um homem que deseja ser um ELOHIM, e também deseja criar um governo único, uma religião única e ter o poder de um deus nesta Terra, Ninrode. O mentor da Torre de Babel.
            Enquanto o Eterno separa Abraão para fundar a única religião estipulada por Ele, Ninrode é separado por Há Satã para fundar a religião babilônica, a CONFUSÃO, a GRANDE MERETRIZ. Assim, o Eterno viu que não seria bom o homem mal, guiado pelo maligno, unir todas as pessoas, e destrói a Torre de Babel.
            Em Apocalipse 17 – 5, diz: E na sua testa estava escrito o nome: Mistério, a grande babilônia, a mãe das prostituições e abominações da terra”. Aqui vemos a Babilônia, a religião apóstata, a religião mentirosa, a confusão. Uma religião contrária ao povo do Eterno, contrária àquela estipulada pelo Todo Poderoso.
            Ainda em Apocalipse, no capítulo 18, verso 2: E clamou fortemente com grande voz, dizendo: Caiu, caiu a grande babilônia, e se tornou morada de demônios, e covil de todo espírito imundo, e esconderijo de toda ave imunda e odiável.”  Mais uma vez há a citação da Babilônia e a condenação dela nos últimos dias.
            E segue o versículo 4, dizendo: E ouvi outra voz do céu, que dizia: Sai dela, povo meu, para que não sejas participante dos seus pecados, e para que não incorras nas suas pragas.”  Quando a citação menciona que o povo de D’us deve sair dela é entendido que haverá povo do Eterno, povo escolhido, dentro dela.
            È importante entender que a Babilônia, sendo descrita como a grande meretriz, é sedutora, enganadora, adoradora de vários deuses falsos e assim, seduz o povo do Eterno que pensa estar adorando o D’us verdadeiro, quando na verdade, adora vários deuses (servindo ao maligno).
            Entendemos assim que, para o Eterno, não existe religião católica, religião evangélica ou qualquer outra religião, apenas o judaísmo (religião estipulada por Ele próprio) e a Babilônia (paganismo, estipulada por Ninrode, movido pelo inimigo de nossas almas).
           
            Como surgiu o paganismo da Babilônia e o que isso tem a ver com TRINDADE?
           
            Em Bereshit (Gênesis) 10, versos 8 e 9 vemos: “E Cuxe gerou a Ninrode; este começou a ser poderoso na terra. E este foi poderoso caçador diante da face do SENHOR; por isso se diz: Como Ninrode, poderoso caçador diante do SENHOR.
            A origem da TRINDADE está em Ninrode.
            Havia apenas uma Língua falada naquela época na Babilônia, e Ninrode começou um projeto bem sucedido de formar um governo mundial poderoso. Foi o primeiro homem iludido pelas forças do mal.
            Todos os povos com uma só Língua, um só governo, uma só religião. Este projeto não poderia ser de Ninrode, pois ele é do Mashiach. Somente quando Yeshua voltar é que os homens viverão em união plena e segura no seu reinado diante do Eterno (ver Apocalipse 19, 15).
            Segundo escritos antigos, SHEM (filho primogênito de Noach) mata Ninrode e sua esposa Semírames não querendo perder o poder, espalha que Ninrode não morreu, mas virou o “deus Sol”.
            Os sacerdotes de Ninrode, rapidamente criam um calendário que, incrivelmente, dura até hoje. Um calendário baseado no SOL. Com solstício de inverno, solstício de verão, equinócio de outono e de primavera. Esse calendário é adotado por Júlio César e mais tarde atualizado pelo Papa Gragório, permanecendo até hoje para todas as nações da Terra. Um calendário religioso, baseado numa religião de adoração a Ninrode, que morrendo se transforma no “deus Sol”.
            Semírames tem um filho chamado Tamuz. Este nasce no solstício de inverno, aproximadamente em 25 de dezembro, e é estabelecido então como uma “reencarnação” de Ninrode, seu pai. Assim, Ninrode passa a ser o “deus pai”, Semírames passa a ser a “deusa mãe” e, Tamuz, o “deus filho”. Alguma semelhança?            
            Semírames, em arcadiano (idioma falado naquela época na Babilônia) significa “pomba”. Segundo a mitologia, ela foi largada no deserto por uma sacerdotisa e se instituiu “deusa” ASTARTE.
            A adoração a esta deusa se dá no domingo de páscoa (não Pessach, judaica – que não ocorre seguindo este calendário), e, curiosamente em inglês, páscoa é EASTER, que contém a raiz do seu nome.
            O símbolo desta deusa é um pinheiro e, em Deuteronômio 16:21, o Eterno ordena que “NO MEU ALTAR NÃO PLANTARÁS A ÁRVORE DE ASHERÁ” (pinheiro, na tradução correta). Assim, Semírames passa a ser a “senhora da Babilônia”, conhecida também como ASTARTE, ASTAROTE, JEZABEL.
            Tudo isso não é mera coincidência, todos sabemos o que isso significa hoje. Domingo, Natal, festas juninas, todas estas festas são adorações pagãs. Todas são adorações a Ninrode, Tamuz e Semírames (a pomba). Entende de onde vem a Trindade agora?
           
            O ETERNO CHAMA: “SAIA DA BABILÔNIA, POVO MEU”.

            Essa religião iniciada em Ninrode pode tomar muitos nomes. A religião baseada no calendário solar que crê numa trindade e cujas “festas bíblicas” são as mesmas festas instituídas pelos sacerdotes de Ninrode, é a Babilônia.
            Se a igreja romana é uma reforma da religião babilônica, a igreja evangélica é fruto de uma reforma da igreja romana. Mantendo os mesmos princípios dessa igreja e dessa fé com fonte essencialmente maligna. “SAIA DELA, POVO MEU”.
            O dia 25 de dezembro nunca foi data do nascimento de Yehsua (Jesus) e sim de Tamuz. O domingo nunca foi estipulado pelo Eterno, e sim pelos adoradores do “deus Sol” (SUNDAY).
            O Eterno só revelou a Abraão a verdadeira religião quando ele se propôs a sair da Babilônia e obedecer ao chamado. Assim, o Eterno chama seu povo a sair também e só revelará suas verdades quando as pessoas saírem de lá, pois dentro desta estrutura maligna não haverá revelação da verdade. 

sexta-feira, 18 de novembro de 2011

Oráculos e a essência do nosso relacionamento com o Eterno


Rosh Marcos Andrade Abrão - Congregação Judaico Messiânica Adonai Shamah
Recreio dos Bandeirantes - RJ

terça-feira, 1 de novembro de 2011

PALAVRA DO ROSH MARCOS ANDRADE ABRÃO

Os homens que receberam procuração do Eterno para exercerem funções divinas.

segunda-feira, 24 de outubro de 2011

A Chama Divina e o que aconteceu antes da Criação.

PARASHÁ BERESHIT - 5772 - Rosh Marcos Andrade Abrão
Congregação Judaico- Messiânica Adonai Shamah 
Recreio dos Bandeirantes - RJ


sexta-feira, 21 de outubro de 2011

MORAL: A única coisa que o mercado não vende!



 Por: The Times – 21 de março de 2009
 
As contínuas revelações sobre pensões e lucros excessivos, salários e bônus para pessoas no topo despertam em nós sentimentos pelo mais antigo dos esportes humanos: a busca de um bode expiatório. Porém elas deveriam nos levar a refletir mais profundamente sobre os valores da nossa cultura como um todo.

Com frequência, nesses últimos meses, eu me vi lembrando de uma das mais dolorosas conversas que já tive. Foi com um dos industriais mais importantes da Grã-Bretanha. Ele tinha levado sua empresa ao sucesso contínuo durante décadas. Quando o conheci ele tinha se aposentado e estava perto do fim da vida.
Quando as pessoas perdem todo o senso de honra e vergonha e não há nada que não façam se puderem sair impunes daquilo, nenhum regulamento pode nos salvar.Não era um homem religioso, mas tinha um profundo senso de moral. Falou sobre os princípios que o tinham guiado nos negócios e sobre o salário que tinha retirado. Não era desprezível, mas era modesto. O que o incomodava era que seu sucessor dava a si mesmo uma retirada dez vezes maior que a dele, enquanto destruía sistematicamente a empresa que ele construíra tão cuidadosamente.

Lembro-me de outra conversa que tive com um bem-sucedido banqueiro de investimentos. Ele contou-me que a primeira coisa que teve de estabelecer foi seu caráter, sua reputação de honestidade e confiabilidade. Sem isso, ele teria sido incapaz de negociar. Hoje em dia, disse ele, os negócios não dependem mais do caráter, mas dos advogados.

Comum a essas histórias é o desaparecimento gradual do conjunto de princípios que atendiam pelo nome de moralidade. Qualquer que seja a sua fonte – religião, consciência, costume ou código – significava que há certas coisas que você não faz porque não são feitas. Você não recompensa a si mesmo quando clientes, acionistas ou empregados estão sofrendo perdas. Você não se paga de maneira desproporcional àquela que paga os outros. Não tira vantagem do seu cargo apenas porque pode. Você é guiado, mesmo que não haja ninguém vendo, por um senso daquilo que é responsável e correto. Sem este código interiorizado de honra e confiança, nenhuma instituição pode ser mantida a longo prazo.

De alguma maneira, entre os anos 1960 e 1980, prevalecia a ideia de que podíamos passar sem o senso moral. Quem precisava daquilo? Nos anos 1960 pensávamos que o Estado cuidaria dos nossos problemas. Nos anos 1980 pensávamos que o mercado o faria. Restrições auto-impostas eram dispensadas como fora de moda e desmancha-prazeres. Ganância era algo bom. O sujeito que tivesse mais brinquedos quando morresse era o vencedor.

O resultado foi que começamos a perder nosso entendimento sobre a distinção vital entre o valor das coisas e seu preço. O exemplo-chave – no coração de todo o colapso financeiro – foi o mercado imobiliário. O valor de uma casa é ser um lar. É um abrigo, um porto seguro, espaço pessoal num mundo impessoal. Para muitos, é onde mantemos um casamento e construímos uma família. É onde o amor encontra sua habitação e seu nome.

A certo ponto no tempo, alguns começaram a pensar em casas não como lares, mas como investimentos de capital. Começaram a emprestar mais e a gastar mais. A construção de sociedades obrigava àquilo.

O preço das casas continuava subindo. Sua atração como investimento cresceu, e portanto o ciclo se auto-alimentava: preços cada vez mais altos, hipotecas ainda maiores, até que os preços das casas e os empréstimos perderam toda a conexão com a renda media e a sustentabilidade. Aqueles que apenas queriam uma casa não tiveram outra escolha exceto entrar no jogo, a um custo e risco muito altos. Os especuladores estavam convencidos de que tinham ficado ricos, mas em termos reais não tinham. O valor dos imóveis não tinha mudado sequer uma vírgula, porque valor não é a mesma coisa que preço.

Aquilo estava destinado a desabar, e quem pensasse a respeito, diria isso. O investidor Warren Buffet há muito chamava as hipotecas de “armas financeiras de destruição em massa” desde 2002. Naquela loucura coletiva, ninguém lhe deu ouvidos.

Após o colapso financeiro muitas perguntas estão sendo feitas. Deveria haver mais controle? Propriedade estatal das instituições financeiras? Chegamos ao final da economia de mercado? São boas perguntas, mas nem chegam perto do cerne da questão.

A economia de mercado tem gerado mais riqueza verdadeira, eliminado mais pobreza e liberado mais criatividade humana que qualquer outro sistema econômico. O problema não é o mercado, mas a ideia de que o mercado por si só é tudo que precisamos.

Os mercados não garantem igualdade, responsabilidade ou integridade. Eles podem maximizar o lucro a curto prazo ao custo da sustentabilidade a longo prazo. Não distribuem as recompensas com justiça. Não garantem a honestidade. Quando se trata de auto-interesse evidente, eles combinam a máxima tentação com a máxima oportunidade. Os mercados precisam de moral, e a moralidade não é feita pelos mercados.

A moralidade é feita por escolas, mídia, costume, tradição, líderes religiosos, modelos de moral e pela influência das pessoas. Porém quando a religião perde sua voz e a mídia idolatra o sucesso, quando certo e errado se tornam relativos e a moralidade é condenada como sendo “arbitrária”, quando as pessoas perdem todo o senso de honra e vergonha e não há nada que não façam se puderem sair impunes daquilo, nenhum regulamento pode nos salvar. As pessoas vencerão os reguladores, como fizeram pela securização, assim ninguém sabia quem devia o quê para quem.

A grande questão é: como aprenderemos a ser morais novamente? Os mercados foram feitos para nos servir; nós não fomos feitos para servir aos mercados. A economia precisa de ética. Os mercados não sobrevivem somente pelas forças de mercado. Eles dependem do respeito pelas pessoas afetadas pelas nossas decisões. Se perdermos isso, perdemos não apenas dinheiro e empregos, mas algo ainda mais significativo: liberdade, confiança e decência, as coisas que têm valor, não um preço.

Retirado: www.chabad.org.br